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A Secretaria de Saúde de Domingos Martins intensifica neste mês os trabalhos de orientação e conscientização sobre o combate e a prevenção do Aedes aegypti. A situação é de alerta, pois as equipes da Vigilância Ambiental já registram grande quantidade de focos, especialmente nas áreas urbanas das regiões de Campinho, Vila Verde, Pedra Azul, Vivendas de Pedra Azul, Ponto Alto e Santa Isabel.  

O aumento da temperatura e a ocorrência de chuvas são as condições ideais para reprodução do mosquito, que transmite ainda o Zika Vírus e a Chikungunya. Daí a importância de reforçar a limpeza de quintais e áreas ao ar livre. Objetos como garrafas e copos, devem ser eliminados ou acondicionados de forma a não acumular água.

A Vigilância Ambiental também realizou palestras em diversas unidades de ensino da Rede Municipal. Agentes de Endemias intensificam visitas domiciliares, distribuição de material informativo, abordagens e vistorias.

Em 2016 Domingos Martins registrou recorde inédito de casos de dengue, com 200 notificações, sendo 112 confirmadas. Em 2015, foram 21 registros positivos da doença. Também em 2016 Domingos Martins registrou pela primeira vez um caso de Zika Vírus. Não houve registro de Chikungunya.

Neste ano, o município ainda não registrou nenhum caso de Dengue, mas a Vigilância reforça que é preciso ficar atente e realizar o trabalho de combate constantemente. “Já encontramos muitos focos positivos para o mosquito, é preciso ficar atento e vigilante, o combate deve ser constante”, esclarece o secretário de Saúde, Adimar Alves de Souza.

Dicas de prevenção:

- Pratos de vasos de plantas devem ser eliminados;
- Tampinhas, latinhas e embalagens plásticas devem ser jogadas no lixo e as recicláveis guardadas protegidas da chuva;
- Latas, baldes e outros frascos devem ser guardados com boca para baixo;
- Caixas d’água devem ser mantidas fechadas com tampas íntegras sem rachaduras;
- Piscinas devem ser tratadas com cloro;
- Pneus devem ser furados e guardados em locais cobertos;
- Lonas, aquários, bacias, brinquedos devem ficar longe da chuva;
- Entulhos ou sobras de obras devem ser cobertos e descartados;
- Cuidados especiais com as plantas que acumula água, como bromélias e Espada de São Jorge: ponha água só na terra;
- Mantenha limpos quintais, áreas ao ar livre e calhas. 

Lorena Müller

A Secretaria de Saúde de Domingos Martins divulga nesta segunda-feira (23) informações sobre a situação do município em relação à morte de macacos e a possível relação com a febre amarela. De acordo com os dados oficiais, até o momento, a Vigilância em Saúde registrou 13 notificações de macacos mortos em regiões dos distritos de Aracê, Ponto Alto e Paraju, mas ainda não é possível afirmar se a causa dos óbitos foi por febre amarela. Ainda hoje (23) a Vigilância foi acionada para captura de macacos mortos na região de Chapéu.

Técnicos regionais da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) estão em Domingos Martins hoje e amanhã (24) para o recolhimento de material desses animais e encaminhamento para exames que irão confirmar (ou não) as mortes em decorrência da doença. Ainda segundo a Vigilância em Saúde, Domingos Martins não tem registro de pessoas que tenham contraído a febre amarela.

Todo o trabalho está sendo desenvolvido com caráter preventivo e orientativo à população. No último sábado (21) Domingos Martins foi incluído pela Sesa na lista de municípios que irão receber novas vacinas contra a febre amarela. A previsão do Governo do Estado é a de que essas doses cheguem ao município nos próximos dias.

Na quarta-feira (25) técnicos da Vigilância em Saúde estarão reunidos com os enfermeiros responsáveis pelas 17 unidades de saúde do município para a definição de estratégias, horários e locais de vacinação. Por determinação do Ministério da Saúde, inicialmente a prioridade da imunização é para crianças maiores de 6 meses, pessoas que trabalham na área rural, próximo ou dentro de matas, moradores de áreas onde foram encontrados macacos mortos e pessoas que forem viajar para áreas de risco. Esta reunião irá traçar os planos de vacinação para os demais grupos da população.

A vacina é contra-indiciada para: Crianças menores de 6 meses de idade; pacientes com imunodepressão de qualquer natureza; pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave; pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia,radioterapia, imunomoduladores); pacientes submetidos a transplante de órgãos; pacientes com imunodeficiência primária; pacientes com neoplasia; indivíduos com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras); pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica). A administração deve ser analisada caso a caso na vigência de surtos. (Informações: Sesa)

A Secretaria de Saúde orienta: ao encontrar um macaco morto, acione a Vigilância em Saúde para recolhimento e encaminhamento de material para exames. É importante que este contato seja feito enquanto o animal ainda não estiver entrado em decomposição, pois este estado impede o recolhimento de material para exames. Vigilância em Saúde de Domingos Martins: (27) 3268-1354. 

 Nas cidades, a doença  é transmitida pelo Aedes aegypti

Uma pessoa com febre amarela apresenta, nos primeiros dias, sintomas parecidos com os de uma gripe. Entretanto, esta é uma doença grave, que pode complicar e levar à morte. Os sintomas mais comuns são febre alta e calafrios, mal-estar, vômito, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de “borra de café” e diminuição da urina.

A febre amarela silvestre é transmitida pela picada de mosquitos Haemagogus e Sabethes, que vivem em matas e vegetações à beira dos rios. Quando o mosquito pica um macaco doente, torna-se capaz de transmitir o vírus a outros macacos e ao homem. A forma silvestre da doença é endêmica nas regiões tropicais da África e das Américas.

Nas cidades, a doença é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue, da zika e da chikungunya. Pessoas que fazem ecoturismo ou que entram em matas por algum outro motivo correm o risco de serem picadas pelo mosquito Haemagogus infectado e contrair a doença. De volta à área urbana, essas pessoas podem ser picadas pelo Aedes aegypti, podendo dar início à reurbanização da doença. O último caso de febre amarela urbana no Brasil ocorreu no Acre em 1942.

Uma vez que a febre amarela no meio urbano é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, eliminar depósitos que possam acumular água é uma das medidas de prevenção. Por isso, é importante que a população escolha um dia fixo da semana para combater o mosquito em casa, e, assim, impedir a proliferação do vetor eliminando seus criadouros.

 

*Com informações da Sesa

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